PluralCore Research

O que o dado público
já diz antes da primeira reunião.

Varreduras independentes de operações municipais, feitas só com fonte primária e coleta reproduzível por script. Publicamos porque a conta precede a proposta — e porque é assim que se demonstra método sem pedir que acreditem na gente.

Resumos abertos. O estudo completo de cada peça é enviado sob pedido.

Como estes estudos são feitos

Porto Ferreira (SP) — agosto de 2026

Município de 52.649 habitantes, R$ 315,1 milhões de despesa empenhada em 2025 e 2.313 servidores na administração direta. Não é uma cidade em crise: a receita cresce, a educação vive o melhor momento já medido e o fundo de previdência virou superavitário.

R$ 1,43 mi
valor anual de 1% do tempo da máquina pública
1,0%
da despesa vai para serviços de TIC
~3 em 10
servidores deixam a Prefeitura no período

O achado central. O que existe é uma máquina de 2.313 pessoas operando quase inteiramente no balcão, sobre bases de dados que não se falam, num município que já tem mais idosos que crianças. Com rotatividade de quase três em cada dez, o conhecimento de procedimento não fica na casa — e é por isso que uma base de conhecimento com resposta rastreável vale ali mais do que valeria num quadro estável: ela impede que o mesmo procedimento seja reinventado a cada saída.

O que o estudo recomenda medir primeiro. O teto da conta é conhecido — 1% do tempo da máquina vale R$ 1,43 milhão por ano. O que não se sabe é qual fração desse 1% está em processos que a automação alcança. Medir isso custa uma semana e uma consulta à API do 1Doc, sistema que a Prefeitura já contratou. É o entregável mais barato do estudo inteiro, e é o que decide se vale seguir.

Paulínia (SP) — 2026

O oposto do caso anterior: R$ 3,1 bilhões de orçamento para 116 mil habitantes. Dinheiro não é o problema — conversão de dinheiro em resultado é.

R$ 1,01 bi
de receita que deixa de existir com a Reforma Tributária
36,8%
da receita municipal afetada
0,7%
da receita vem de IPTU — a média paulista é 10%

A dor está documentada pelo próprio município. A Câmara Municipal encomendou, entre 2023 e 2024, estudo técnico sobre o impacto da Reforma Tributária. O resultado — perda de 36,8% das receitas — termina recomendando uma comissão permanente de acompanhamento que até hoje não foi constituída.

O ativo escondido é o IPTU, e ele é a única receita relevante que a reforma não toca: cada real recuperado ali é permanente.

Duas hipóteses testadas e descartadas. Educação não é a dor — no IDEB 2023, 10 das 12 escolas municipais avaliadas nos anos iniciais ficaram acima de 6,0. Creche também não — a rede atende 3.767 alunos sem fila de espera. A dor operacional é saúde, e ela é ilegal: a Lei Municipal 3.655/2018 fixa 30 dias para consulta, e a espera real é de cerca de 60.

Quer o estudo completo?

Os dois estudos existem na íntegra, com as tabelas, as fontes linha a linha e os scripts de coleta. Peça por e-mail que enviamos — não há formulário, nem lista, nem sequência de nutrição.

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